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Como organizar eventos de negócios

Organizar um evento de negócios é algo muito mais simples do que possa parecer, no entanto, requer critérios básicos a serem estudados e anotados para ser colocados em prática, garantindo o sucesso, o bem-estar e a satisfação tanto de quem organiza, quanto de quem é convidado. Até mesmo para organizar uma pequena reunião de negócios é preciso cuidados especiais para que ela seja bem sucedida, do começo ao final.

Dicas importantes para quem organiza um evento profissional

O planejamento de um evento é fundamental. Tudo aquilo que é anotado, pesquisado, analisado e seguido com critérios tem quase 100% de chance de acertos e uma pequena margem de erros e imprevistos. Toda recepção, convenção, seminário, encontro, reunião ou palestra deve ser planejada para ser bem sucedida como se fosse a apresentação de um verdadeiro espetáculo.
O planejamento envolve:

- as pessoas que você pretende reunir
- o tempo para conclusão do tema proposto
- as comidas e bebidas que pretende oferecer
- o ambiente onde irá recebê-las

Para recepcionar, pense nos itens abaixo:

  • Objetivo:
Qual o objetivo da reunião, recepção, encontro ou festa?
  • Convidados:
Convide apenas as pessoas que compartilhem dos objetivos do evento, pessoas que tenham algo em comum e interesse pelo encontro, palestra ou recepção.
  • Número de convidados:
Nunca convide um número de pessoas superior ao espaço físico que você dispõe. Nada mais desagradável do que pessoas empilhadas, espremidas ou aglomeradas numa sala de convenções ou reuniões por falta de espaço. Já num auditório onde o número de cadeiras é bem maior do que o número de participantes, dá a sensação de vazio, de desinteresse por aqueles que, eventualmente, não compareceram ao evento, como também de mal-estar ao palestrante. O número de toaletes também deve ser proporcional à quantidade de pessoas convidadas para que não haja filas enormes, tumulto ou aglomerações nos intervalos programados ou na saída dos participantes. Também é imprescindível a presença de um funcionário para cuidar da limpeza e da conservação dos banheiros.

Se o evento for uma festa ou jantar para muitas pessoas, escolha um lugar que proporcione flexibilidade para incluir mais mesas caso necessário e saiba que nesses eventos de relacionamento, cerca de 60% a 70% dos convidados comparecem no evento. Portanto convidar algumas pessoas a mais pode garantir que seu evento não seja um fiasco.
  • Tipo de Reunião:
A reunião é formal ou informal? Existe um protocolo a ser seguido? Quem presidirá a reunião? Quem são os palestrantes, sócios, diretores e presidentes envolvidos? Quem irá falar e quem irá presidir a mesa?
  • Serviços:
A reunião pede um serviço que permite aos convidados que se sirvam ou há a necessidade de profissionais, como garçons e copeiras, para servir os participante do evento?
  • Cardápio:
Pense ns comidas e nas bebidas a serem servidas, sejam no começo, no intervalo ou no final do evento. Nem sempre é proporcionado um coquetel ou uma mesa farta para suprir o gosto ou o paladar de todos, no entanto, água e café é o mínimo que podemos oferecer. Você deve considerar o dia e horário do evento, se forem reuniões noturnas é interessante ter um jantar ou petiscos mais consistentes.
  • Recursos:
Pense nos recursos materiais e humanos. Conte com o apoio de um especialista ou de uma empresa bem conceituada do ramo de Festas e Eventos que assumam o compromisso de elaborar, com cuidado e certos critérios, desde a decoração até a instalação e o manuseio de aparelhos.
  • Local:
Auditório? Sala de treinamento? Sala de reuniões? Sala de convenções? Dentro ou fora da empresa? Restaurante? Salão de festas?
  • Tempo:
Você deve limitar o tempo do evento. É melhor prever um pequeno atraso no começo, garantindo a chegada daqueles que não se preocupam muito com pontualidade. Procure não extrapolar no término do evento por não tê-lo programado com precisão. Lembre-se: tempo é dinheiro! Nem todas as pessoas estão predispostas a atrasos e muitas costumam se programar para vários compromissos no mesmo dia. O trânsito e a distância são pontos a serem observados. Dica: música ambiente antes e nos intervalos do evento ajudam a criar um clima agradável, relaxando e acalmando a platéia e os convidados. A música deve ser instrumental e o som não pode ser muito alto para não agredir os ouvidos nem atrapalhar a conversa das pessoas. Não deixe relógios à mostra, você não deve deixar seus convidados preocupados com o horário.
  • Custo:
Não gaste além do orçamento previsto. Pesquise, pechinche! Tenha bom gosto e sabedoria na arte de receber bem as pessoas, proporcionando-lhes conforto e satisfação.

Regras Básicas

Adequação
Chá, café, almoço, jantar, churrasco...
Apetrechos adequados para um evento:
- aparelho de som
- microfone
- ar-condicionado
- data show
Seja qual for o material a ser usado, quem se encarrega em elaborar um evento deve testá-los com antecedência evitando, assim, constrangimentos e aborrecimentos. E não esqueça de testar as apresentações no datashow, pois ee pode não reconhecer o arquivo ou ter algum problema na execusão.

A importância dos convidados
Todos os convidados de um evento merecem um único tratamento: carinho, afetividade e carisma. Recepcione-os dando boas-vindas, além de agradecer a presença de cada um. Encaminhe-os para o salão ou auditório onde vai ocorrer o evento, faça as apresentações e tente enturmar os mais tímidos ou desacompanhados. Permaneça por algum tempo nesta tarefa; 30 minutos é tempo suficiente para a receptividade. Caso tenha que fiscalizar ou circular entre os convidados, encarregue alguém de fazer a recepção mas, mesmo assim, não se disperse e esteja atento à porta de entrada. Lembre-se de que a primeira impressão é a que fica e o convidado deve ser recepcionado com entusiasmo e um sorriso nos lábios. Nada mais constrangedor do que comparecer a um evento e não ter alguém para fazer a recepção ou pior, ser mal recebido! Ao final do evento, não se esqueça de, mais uma vez, agradecer a presença dos convidados, sem a necessidade de desculpar-se. Aliás, o pedido de desculpas só é válido se realmente ocorreu algum incidente que possa ter comprometido o evento. Caso haja algum material a ser distribuído como pasta, caneta, bloco de anotações, brinde ou apostila, eles devem ser entregues no final do evento para que os convidados não tenham que segurar os presentes durante o evento, com exceção dos materiais que serão úteis a palestra ou reunião.

Bom senso
Na hora da dúvida, o que fazer ou como agir? Seja educado, carismático, otimista e seguro de si. O verdadeiro anfitrião é aquela pessoa que agrada e encanta, proporcionando bem-estar aos convidados.

Criatividade e toque pessoal
Tenha bom gosto e ouse na criatividade, sem vulgaridade e exageros.

Flexibilidade
Mantenha o sorriso, a disposição, muito carisma e uma excelente postura.

Bom humor
Constante!

Autor: Lívio Callado
Fonte: Catho.com.br
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Como avaliar uma feira de negócios



Relação Custo/Benefício

A avaliação da presença em feiras é importante subsídio para futura participação em eventos. Na prática, a medição dessa performance é complexa, pois qualquer aspecto de uma feira pode ser aferido, quantitativa ou qualitativamente, e depende do objetivo traçado no planejamento, que se ancora em duas áreas: comercial (imediata) e promocional (médio e longo prazos).

As empresas se valem dos seguintes esquemas de avaliação:
  • Sistemático: científico;
  • Abrangente: múltiplos critérios;
  • Rigoroso: não baseado exclusivamente em opiniões;
  • Consistente: amparado em regras fixas;
  • Contínuo: não utilizado apenas ocasionalmente.

O relatório de avaliação a ser apresentado à administração da empresa deve considerar:
Cumprimento dos objetivos e prioridades definidas (inserção no mercado, consolidação mercadológica, formação de aliança estratégica, diversificação do portfólio de produtos, sondagem comercial, etc.);
Registro de críticas e sugestões;
Variação da base externa de clientes;
Desempenho negocial nas feiras: (incremento de novos negócios nas feiras sobre o faturamento total, parcela de incremento de negócios da empresa em relação ao percentual de desempenho do setor correlato da expositora na feira);
Performance promocional (levantamento de custo real do contato comercial realizado, custo do espaço alugado);
Número de negociações em relação ao número total de visitantes registrado na feira, etc.;
Volume de negócios e de promoção em relação a participações em feiras anteriores.

Além dessas avaliações, outras podem ser feitas, como por exemplo, negócios realizados com a rede de distribuição (atacado, distribuidor), lançamento de produto no mercado e reação do comprador, avaliação dos agentes no exterior, avaliação da concorrência (embalagem, apresentação e preço).

Os itens abaixo mostram tipos de levantamentos e análise de informações que auxiliam a empresa a decidir pela efetiva participação em feiras. Em geral, os dados podem ser coletados junto aos organizadores, às câmaras de comércio, às embaixadas, Apex, Sebrae, bem como catálogos relativos a edições anteriores, Internet e a imprensa. Valem também a experiência dos expositores e os contatos comerciais com agentes, representantes, distribuidores, etc:

Produtos promovidos
Número de empresas que expõem tipos similares de produtos
Distribuição das seções de produtos

Público-Alvo
Visitantes profissionais e não-profissionais
Visitantes comerciais
Posição das empresas
Nacionalidade

Expositores
Tipos de empresas expositoras
Importância das empresas expositoras
Número e origem das empresas estrangeiras
Número de expositores diretos e indiretos
Número e identidade dos expositores nacionais

Qualidade
Status no ramo comercial, industrial ou prestador de serviço
Tempo de estabelecimento no mercado
Quantidade e qualidade da informação fornecida pelo organizador
Política de admissão de público
Forma de divulgação e promoção do evento pelo organizador
Serviços colocados à disposição do expositor

Outras informações importantes
Feiras concorrentes
Data de abertura e encerramento
Tamanho e custo médio de montagem dos stands.


  • Planejamento Financeiro

Esta etapa é essencial à participação com sucesso no evento e é, sem dúvida, iniciativa importante para racionalização dos custos, exigindo desde o cálculo de gastos com pessoal e a organização do stand, até a segurança para expor os produtos dentro de uma relação custo/benefício positiva. A estruturação do orçamento para feiras e exposições baseia-se em quatro aspectos: despesas diretas, material de exposição, promoção e custos com pessoal.

Despesas diretasEste tipo de despesas deve contemplar:
Locação de espaço na feira;
Construção ou montagem do stand (podendo obedecer ao padrão estabelecido pela organização ou ser construído a partir da idealização do expositor;
Gastos com displays, gráficos e quaisquer outros modelos exigidos na construção do stand;
Previsão de serviços adicionais, como eletricidade, gás, água, lixo, telefone e decoração. Os serviços de gás e consumo elétrico podem estar incluídos no aluguel ou serem cobrados à parte;
Contratação de apólice de seguro para cobertura de desistência, abandono e suspensão antes e depois do início do evento, e ressarcimento de todos reembolsos;
Locação de móveis e tapetes e serviços de limpeza do stand, caso não esteja incluída na locação do espaço;
Honorários para designers, arquitetos e engenheiros encarregados da montagem do stand e parcela para gastos extras e emergenciais.

Deve ser feito cálculo criterioso dessas despesas, para que as mesmas não ultrapassem mais de 15% do total previsto.

Material de exposição
Engloba os custos diretamente ligados à exposição em si. A elaboração de orçamento requer da empresa decidir previamente quanto à forma de transporte e de exposição dos produtos.

Os principais itens de despesas referem-se a:
tipo de recinto expositor (fechado ou aberto);
produto que exige instalação específica e transporte especializado, interno e fora da feira;
compra de display, banner, estandarte e custos de montagem, armazenagem, testes, transporte e embarque/desembarque.

Os gastos eventuais com esses itens, não devem ultrapassar mais de 10% dos custos totais previstos para essas despesas.

Promoção
A promoção, supondo-se que contará sempre com visitante de interesse específico ao assunto divulgado, é o único item passível de alterações na vigência do orçamento.

Os principais gastos devem prever:
inserção publicitária na mídia;
distribuição de material na feira, mala direta, correio e meio eletrônico (Internet);
anúncios no catálogo;
aquisição de catálogos extras para uso promocional da empresa;
divulgação em revistas especializadas e técnicas e serviços de relações públicas, diversões, fotografia, visitantes VIP, eventos especiais e, certamente, gastos eventuais (cerca de 20% do total que for gasto em promoção).

Custos com pessoal
São gastos relacionados à contratação de pessoal de apoio utilizado na feira. Abrangem equipe de treinamento, material de subsistência, despesas com viagem e aluguel de carro, segurança, uniformes, emblemas, intérpretes e gastos de contingência (não superior a 5% do total).

Planejamento Internacional (que também pode ser utilizado para planejamento de incersão de produtos no mercado brasileiro)
A pesquisa de mercado-alvo é fundamental para obter-se êxito na participação em feiras internacionais.
Basicamente, essa pesquisa deverá abranger os seguintes aspectos:

Acesso ao mercado:
Tarifas e cotas;
Taxas internas;
Restrições monetárias;
Regulamentações sanitárias e de segurança.

Potencial de mercado:
Consumo: quantidades, valores, crescimento, tendências, padrões geográficos;
Importações (quantidades, valores, fontes e tendências);
Identificação dos principais segmentos;
Perspectiva para o produto.

Concorrência:
Produção doméstica, volume e crescimento;
Fabricantes domésticos e estrangeiros atuando no mercado (nomes, percentuais, pontos fortes e pontos fracos);
Problemas com marcas e patentes;
Preços;
Características dos principais produtos no mercado;
Análise de razões para o sucesso de produtos que lideram o mercado.

Exigências quanto ao produto:
Qualidades (cor, gosto, tamanhos, design e estilo, especificações técnicas, padrões comerciais, etc);
Embalagem (protetora e de transporte, informação, exigências para o consumidor, preferências de cor e design , exigências legais).

Transporte:
Serviços disponíveis no mercado;
Taxas de frete.

Canais de vendas e distribuição:
Canais usuais para o produto;
Importância relativa, vantagens e desvantagens dos diferentes canais;
Expectativa de vendas e prazos de venda;
Prazo de entrega;
Tamanho usual dos pedidos;
Nomes e endereços dos principais importadores, distribuidores, importadores diretos, agentes, compradores;
Práticas usuais pós-venda.

Propaganda e publicidade:
Disponibilidade, fontes, custos de listas pelo correio, Internet;
Identificação do custo e prazo dos veículos disponíveis para publicidade;
Fontes e custos de tradução e serviços de impressão.

Procedimentos no stand

As feiras e exposições comerciais têm um único objetivo: conquistar, convencer e vender a consumidores cada vez mais exigentes. As cores, os atrativos visuais, coquetéis, etc, compõem o universo cerimonial da mostra.

Portanto, cabe ao expositor atentar para todos os detalhes que possam influenciar positivamente na imagem de seu produto e no contato com os visitantes.

Tarefas materiais

Por ocasião da abertura oficial do evento, a equipe deverá estar posicionada, o estande devidamente decorado e com apresentação impecável de seus produtos. É importante que esse conjunto harmonioso, resultado de meses de preparação, esforços de diversas áreas da empresa, criatividade e custo considerável, seja conservado em perfeito estado durante toda a mostra.

A equipe presente no estande deve almejar a realização das atividades comerciais. O sucesso na participação resulta da combinação dos objetivos estabelecidos em relação aos resultados tangíveis obtidos no domínio comercial e área de promoção comercial, além de outros, intangíveis, tais como opiniões e sugestões colhidas pela equipe responsável no conjunto do estande.

Gestão de estoque de material, sistemas e produtos

É a área administrativa da maior relevância. O cálculo médio de quantidade de produtos perecíveis para degustação, distribuição de folheterias e brindes, registro de contatos e a manutenção de sistemas de informação, ilustram algumas tarefas de suporte.

A gestão preventiva possibilita a manutenção de estoques em quantidades ideais a serem oferecidas diariamente e o cumprimento das etapas planejadas.

O intervalo das exposições é o momento de reorganização do material manuseado pelos frequentadores, nem sempre preocupados na recolocação de artigos no lugar original ou mesmo em levar peças promocionais.

Ambientes impecáveis de recepção transmitem impressão de ordem, com benefícios para divulgação da imagem empresarial.


Produtos, impressos e amostras

Para boa apresentação de produtos e folhetos na vitrine comercial das feiras, é necessário trabalhar aspectos ligados à movimentação no próprio stand. Embora a maior ou menor circulação de visitantes dependa do próprio porte e representatividade da feira, é fundamental evitar a reserva de espaços físicos superdimensionados ou sub-avaliados. Esses aspectos geram mau atendimento e confusão, em especial nos eventos multi-setoriais, reservados à promoção de diversos produtos.

Peças e produtos devem ser apresentados com respaldo do marketing, onde seja considerada a segmentação (aspectos culturais, faixa etária, renda, etc.), representativa na feira, sem necessidade de adaptações e justificativas descabidas.

O material de divulgação de teor especializado (obras, folhetos ilustrados, brindes mais caros, etc.), devem ser mantidos fora do alcance do grande público e entregues somente a clientes especiais, em virtude do alto custo de impressão. Alguns exemplares poderão ser fixados em painéis.

As amostras gratuitas devem ser entregues diretamente aos interessados ou guardadas em pequenos recipientes (cestas, bandejas, etc.), e reabastecidos sempre que necessário.


Relações Públicas

Muitos dos negócios são fechados graças à qualidade da acolhida dispensada pelos expositores aos frequentadores das feiras.

Fracassos ocorrem, na maioria das vezes, pela má impressão causada aos visitantes e por desempenho anti-profissional das pessoas responsáveis pela recepção.

Técnicas de Venda

O interesse expresso pelos clientes é fugaz, sendo necessário mantê-lo com técnicas de estímulo ao consumo, em etapas que se complementam posteriormente por um trabalho de reforço (pós-venda).
Veja como agir em uma feira de negócios.

Fonte: abinee.org.br

Veja a primeira parte deste artigo: A importância das feiras e eventos de negócios.
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Como agir em uma feira de negócios

Dicas comportamentais para a equipe do estande

- Iniciar o processo de venda com uma frase facilitadora de contato.

- Antes da apresentação dos atributos do produto (qualidades, vantagens), é preciso saber se atende às expectativas de consumo;

- Estar à vontade em qualquer circunstância;

- Sempre proporcionar recepção cordial;
Apresentar-se com roupas elegantes e comportamento sóbrio;

- Caso não esteja de pé, estar corretamente sentado, eliminando a impressão de aborrecimento, cansaço ou decepção com a performance negocial da feira;

- Conservar semblante e atitude afável e educada;

- Evitar excesso de confiança;

- Demonstrar equilíbrio, clareza e transparência na tarefa de aproximação do visitante;

- Evitar fazer do estande uma filial de trabalho da empresa, onde há discussões, levando o cliente a ser atendido precariamente;

- Fazer contatos pessoais, com anotação de dados cadastrais do visitante, esclarecendo-se que a entrevista visa uma relação comercial proveitosa;

- Buscar o encerramento positivo do processo de venda, uma vez que uma conversa bem conduzida, termina, em geral, com a solicitação de pedido de compra ou a assinatura de contrato;

- Catalogar críticas e sugestões, por constituírem prova de interesse do cliente pelo produto;

- Encerrar, dentro da máxima cortesia, conversas que demonstrem ser infrutíferas.

O ambiente das feiras permite a realização de vários contatos com as mais diversas categorias de visitantes, compradores em potencial, inclusive aqueles diretamente convidados pelo expositor para visita à feira; clientes; vendedores de outros produtos; público em geral; jornalistas; personalidades oficiais.

Folheteria e Catálogos

A qualidade das informações utilizadas no material de divulgação do produto é imprescindível para a promoção comercial visando feiras e exposições.

Atualmente, existe uma infinidade de técnicas para a confecção de material promocional. Dessa forma, o empresário deve ter em mente que cada situação é um caso à parte e só há um meio de atacar o problema: estabelecer os objetivos da campanha, pois qualquer que seja o volume de negócios, caberá ao material de propaganda relevante papel.

Portanto, algumas indagações devem ser feitas para se definir por qual material optar:
Por quê se deseja vender?
Qual o volume de vendas se pretende atingir?
Que tipo de produtos se encontram em disponibilidade?
Onde estão localizados os possíveis compradores?

Feito isso, é preciso avaliar os três pontos mais importantes: qualidade, quantidade e preço.

Obtidas as respostas e feitas as avaliações, você já terá uma primeira idéia para identificação da clientela e que tipo de material de promoção será confeccionado, assim não correrá o risco de tentar vender sapatos para quem só usa sandálias e vice-versa.

Quando se tratar de um produto caro, o vendedor deverá enfatizar o acabamento, funcionalidade e outros atributos que justifiquem o preço, pois há clientes que se interessam por novidades qualitativas.

Na verdade, as feiras e missões comerciais são o que há de mais importante para a promoção das pequenas e médias empresas e mesmo que surja negócio na primeira participação, o empresário terá oportunidade de conhecer seus concorrentes, como atuam e que tipo de veículos de promoção estão sendo utilizados para produtos similares aos seus.

Folders e catálogos são bons veículos de divulgação. Se a empresa optar por folders, estes poderão ser enviados antes das feiras para alguns agentes no exterior, interessados em trabalhar com os seus produtos, potenciais compradores ou mesmo para os setores de promoção comercial e associações, que verificam oportunidades de negócios.

Os catálogos tornam o produto conhecido no mercado e ajudam a difundir a imagem da empresa. Por isso, requerem cuidados para que a comunicação com o potencial comprador seja positiva.

O catálogo deverá conter, por exemplo, especificações técnicas e motivações para compra. Deverão ser informados, também, dados gerais da empresa, produtos que vende, benefícios, vantagens e características do produto, referências sobre principais fornecedores e/ou clientes, possíveis variações nos artigos que aparecem no catálogo, suas aplicações (quando se tratar de máquinas e bens de capital).

O empresário deverá ter segurança quanto às normas, argumentos de vendas, marcas e termos técnicos próprios, pois o catálogo será sempre uma consequência de um estudo preliminar de mercado.

As maiores forças promocionais de um produto em si, e que nem sempre dependem de folders e catálogos, são qualidade e preço competitivo. Quando se trata de exportação, além dessas qualidades, os critérios "quantidade" e "prazo de entrega" são fatores essenciais.

A manutenção de contatos com visitantes de uma feira durante certo tempo, depois da realização da mesma, constitui eficiente meio de divulgar produtos, impulsionar vendas e concretizar novos negócios. É importante investir nisto. A presença em feiras, muitas vezes, representa apenas o início de um relacionamento que pode se transformar numa grande parceria e futuro relacionamento comercial.

Dicas:

Saiba que além da escolha das feiras apropriadas ao seu segmento de mercado, existem alguns valiosos procedimentos para que o seu estande seja o ponto de partida de bons negócios.

Aproveitando estes pequenos detalhes, é possível fazer do estande, um ambiente comercial agradável e adequado à ocorrência de ótimos contatos que se transformarão consequentemente em contratos de vendas.

Quanto ao Stand
O local deve estar organizado de forma adequada à visita e troca de idéias mais profundas, não podendo nunca ficar ao abandono.
Não deve ser território do vendedor, nem do comprador, mas sim um território neutro.
Manter sempre pessoas de nível no estande, vendedor técnico, diretor e presença feminina.
Ter disposto no estande, o material promocional da empresa, como folhetos ou brochuras, para os visitantes interessados.
O comprador deve chegar livremente ao estande, em um ambiente que estimule seus sentidos.
Os expositores devem usar crachás, evitando serem confundidos com visitantes do estande.

O Expositor do estande
Deve conhecer a Empresa expositora e quais são seus objetivos. (venda imediata ou primeiramente estabelecer contatos).
Conhecer os produtos expostos, dados técnicos, novos produtos, atrativos do Stand, documentações necessárias e outros detalhes.
Conhecer o estande, informações sobre a disposição da feira, período de duração e como acomodar alguém para idéias mais profundas.
Nunca se colocar a frente do ponto de atração ou de acesso ao estande.

Quanto ao Visitante
Estudar o fluxo de visitantes.
Acolhê-lo com gentileza, e mostrar-se solícito as sua perguntas.
Manter-se em uma postura que não intimide o visitante, de braços cruzados, por exemplo. Esta tarefa é menos simples do que parece.
Não formar uma barreira ou grupo de vendedores, ocasionando a hesitação do visitante ante interromper a conversação particular.

Quando o Visitante entra no estande
Não "atacá-lo" precipitadamente, é importante que ele conheça o estande e encontre o seu centro de interesse.
Atendê-lo prontamente no momento em que solicitar sua intervenção e quando necessário, encaminhá-lo à pessoa correta, técnico, diretor etc.
Não se aproximar pelas costas, abordá-lo sempre de frente .
Banir o clássico "Posso lhe ser útil ?" pois reflete em uma resposta negativa. Existem expressões mais insinuativas como: "Já conhece esse tipo de material?" ou "Utiliza este tipo de aparelho?".
Não usar imediatamente o vocabulário técnico, pois, o possível comprador pode sentir-se incomodado com a suas explanações, como também não possuir conhecimentos técnicos aprofundados.

Conhecer a Identidade de seu Visitante
Tentar conhecer sutilmente, nome, endereço, status, ramo de atividade, pois um visitante, pode se diferenciar em comprador, intermediário, curioso ou mesmo concorrentes fazendo pesquisas.
É importante registrar a identidade das pessoas contatadas, em fichas cadastrais organizadas.

Durante a Exposição
Nunca demonstrar a fadiga acumulada durante a feira, ao ficar de pé ou demonstrar sinais de desorganização do estande.
Saia do estande para fazer suas refeições e se possível, ande pela Feira para espairecer, nunca deixando de avisar o responsável pelo estande.
Aproveite para conhecer os expositores concorrentes, ou fabricantes de produtos complementares, pois estes contatos também poderão representar possíveis negócios futuros.

Objetivo: É importante destacar que a presença em feiras, aproxima seus produtos de potenciais compradores, presentes em mercados mais distantes, visto que, os visitantes de feiras estão normalmente inclinados à possíveis aquisições.
A participação em feiras é o início de uma estratégia comercial prolongada, que busca transformar os contatos adquiridos em futuros clientes potenciais.

Fonte: abinee.org.br

Veja a primeira parte deste artigo: A importância das feiras e eventos de negócios
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Certamente você já deve ter assistido a uma das muitas palestras do TED pela internet. Aqui no Blog da Automatizando mesmo, temos alguns excelentes artigos com vídeos de palestras do Ted, como o "Como utilizar produtos âncora para vender mais".

Muitas apresentações têm legendas em português. O essencial nas palestras apresentadas nos eventos do TED é que elas são concisas e cheias de conhecimento. Você assiste a uma e quer logo ver outras. Como copiar o sucesso do TED numa apresentação? 

Seguir as dez regras de ouro indicadas pela própria TED ajuda muito. Veja-as abaixo e pense bem e cada uma antes de montar aquele seu Power Point de 50 telas:

1 – Pense grande.
Tente fazer a melhor palestra de sua vida. Revele algo nunca visto. Faça algo que o público lembrará para sempre. Divulgue uma ideia capaz de mudar o mundo.

2 – Mostre seu verdadeiro eu. 
Compartilhe suas paixões, seus sonhos… E também seus medos. Seja vulnerável. Fale de fracassos tanto quanto de sucessos.

3 – Torne fácil o difícil. 
Não tente impressionar intelectualmente. Evite abstrações. Explique! Dê exemplo. Conte histórias. Seja específico.

4 – Ligue-se à emoção das pessoas. 
Faça-os rir! Faça-os chorar! 

5 – Não infle seu ego. 
Não se promova. Esse é o jeito mais garantido de afastar o público.

6 – Não venda no palco! 
A menos que você tenha recebido especificamente esse pedido, não fale de sua empresa. Nem pense em usar o palco para pedir doações ou promover seus produtos e serviços 

7- Sinta-se livre para comentar a palestra de outras pessoas, para elogiar ou criticar. 
A controvérsia alimenta. O apoio entusiasmado tem poder! 

8 – Não leia suas falas. 
Anotações são boas. Mas, se a escolha estiver entre ler ou divagar, então leia! 

9 – Acabe sua palestra na hora. 
Fugir disso é roubar o tempo de seus seguidores

10 – Ensaie sua fala diante de um bom amigo.
Para aprimorar a pontualidade, a clareza e o impacto. E conseguir uma opinião sincera sobre seu desempenho.

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

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